COM QUAL FUNIL VOCÊ PREPARA O SEU CAFÉ?

É notória a relação entre o Funil, Vendas e Café. Seja para atingir o seu público-alvo ou no fechamento dos negócios. Existem princípios básicos, para a elaboração do produto final.
O funil auxilia no processo de preparação do café, para a conjunção entre a água e os ingredientes para a formação do produto final. Existem vários modelos utilizados, desde o rústico com os filtros de pano surgidos no início do século passado as modernas engenhocas cuja a participação humana é apenas programar um horário para ser acionada.

No simbolismo do Processo de Vendas, o café e o aperto de mão por muito tempo foram sinônimo de Relacionamento. Na Era Digital foi reforçada esta relação com a utilização dos filtros.
Tradicionalmente se aplicava aos seu modelo as fases de venda, um processo que em Comunicação que foi referência até os idos de 2010, conhecido como AIDA, quando a comunicação deveria despertar a ATENÇÃO, levar o
consumidor ao INTERESSE sobre o produto, para que passasse ao DESEJO e a AÇÃO, transportada para cada uma das etapas do Funil.

No entanto com a Revolução Digital, em especial com a mudança de uma orientação linear para exponencial, obrigou as empresas a reverem seu processo de Utilização do Funil, pois o Ciclo do Consumidor se auto alimenta, a
partir do compartilhamento das informações e interfere diretamente na oscilação do processo de consumo. Neste contexto o modelo que melhor se adequa é o desenvolvido pela Mckynsey que adaptou a Jornada do Consumidor a um processo em evolução.

Vem a tona mais um ponto desta relação, um bom café como uma Estratégia de Comunicação bem sucedida depende da habilidade humana em conjugar alguns ingredientes: SENSIBILIDADE, para entender qual filtro utilizar; PERCEPÇÃO, em saber a forma correta de conjugar os ingredientes e HUMILDADE, para interpretar os resultados, buscar a melhora constante e saber que o excelente café da manhã, será apenas frio e requentado se servido a tarde.